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FILIPOUSKY, Ana Mariza Ribeiro & STEPHANOU, Maria. (Orgs.). Cidadania e Mundo do Trabalho: estratégias pedagógicas para jovens e educadores. Porto Alegre, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, 2001
Educação Afetivo Sexual (Formato PDF)
Fernando Seffner
p. 45-61A partir de três eixos temáticos: 1) Autoconhecimento para o autocuidado; 2) Vida coletiva e relações de gênero; 3) Sexualidade adolescente, o artigo desenvolve três unidades didáticas de trabalho. Na elaboração de cada uma delas, na medida do possível, estão especificados: descrição dos iferentes momentos da atividade; competências, habilidades e conteúdos que se deseja desenvolver; inter-relações que se pode estabelecer com outros conteúdos; textos, ilustrações e/ou outros recursos a serem utilizados; sugestões de formas de avaliação dos processos de ensino e aprendizagem envolvidos; indicação de possíveis atividades com recurso à informática e bibliografia básica sugerida/utilizada. A descrição das atividades está feita de forma comentada, indicando possíveis caminhos, comentários e posturas que deve tomar o coordenador em cada momento.
LEAL, Ondina Fachel. (org.). Corpo e significado: ensaios de antropologia social. Porto Alegre, Ed. da Universidade, 1995 470p.Aids, estigma e corpo
Fernando Seffner
pp. 391-415
Este texto, que é parte de uma pesquisa maior sobre o binômio "aids e morte", trata das modalidades de relação que os indivíduos soropositivos, assintomáticos ou já com quadro de aids, mantêm com seu corpo, com os sinais anunciadores da doença, com a manifestação das infecções oportunistas. Todos os informantes pertencem ou pertenceram a um grupo de mútua ajuda para soropositivos que funciona junto ao GAPA/RS - Grupo de Apoio à Prevenção da Aids, local dos contatos, entrevistas e observações anotadas no diário de campo.
SAÚDE - Revista do NIPESC - Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa em Saúde Coletiva, IFCH/UFRGS, Porto Alegre, v.2 (jan-dez 1997) 86p.Atividade Profissional e Aids: impacto das situações de morte civil e morte anunciada.
Fernando Seffner
pp. 19-31Este artigo é parte de minha dissertação de mestrado, intitulada "O jeito de levar a vida: trajetórias de soropositivos enfrentando a morte anunciada", realizada a partir do acompanhamento de um grupo de mútua ajuda para soropositivos dentro do GAPA/RS - Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS, em Porto Alegre. A pesquisa busca resposta a uma questão bastante abrangente: "que modificações ocorrem na vida de um indivíduo a partir do momento em que ele é notificado como sendo portador do vírus da AIDS?". No presente artigo, optamos por tratar das conseqüências dos processos de morte anunicada e morte civil no encaminhamento das atividades profissionais de alguns indivíduos da amostra de informantes, a partir da cosntrução de trajetórias de vida.
Revista Educação, Subjetividade e Poder. NESPE - Núcleo de Estudos sobre subjetividade, poder e educação, Programa de Pós Graduação em Educação/UFRGS, Porto Alegre, Editora UNIJUÍ, v.3 (jan-jun 1996) 110p.Derivas da Sexualidade Masculina
Fernando Seffner
pp. 75-83
O texto propõe uma tentativa de interpretação/compreensão de alguns aspectos relativos à construção da sexualidade masculina na era da AIDS, em especial o comportamento bissexual, utilizando-se para isso de idéias e "ferramentas" presentes nos escritos de Foucault.
MEYER, Dagmar E. Estermann. (org.). Saúde e Sexualidade na Escola. Porto Alegre, Mediação, 1998 175p.
Aids & Escola
Fernando Seffner
pp. 125-143O propósito desse artigo é comentar alguns resultados de um projeto de pesquisa com adolescentes do Centro Educacional La Salle, escola de 1º e 2º graus de Canoas, iniciado em 1996, buscando identificar elementos de sua vulnerabilidade à aids. As questões investigadas orbitaram ao redor dos temas sexualidade, aids, drogas e gravidez. Partimos do princípio de que questões e conhecimentos relativos à aids já habitam o espaço escolar. Trata-se de iniciar nossa intervenção junto aos adolescentes pela pesquisa dessas concepções e representações.
Stomatos: Revista do Curso de Odontologia Canoas, ULBRA - Universidade Luterana do Brasil N.º 7, 2º semestre de 1998, 64p.
O conceito de vulnerabilidade: uma ferramenta útil em seu consultório
Fernando Seffner
pp. 53-58O propósito deste artigo é chamar a atenção do leitor para um conjunto de artigos e livros que tratam não apenas da questão da aids, mas dos modos de relação que a sociedade construiu e constrói com a doença, utilizando o caso da aids como exemplificação "ao vivo" desta questão. Ao tratar desses modos de relação com a doença, buscamos apresentar o conceito de vulnerabilidade, que julgamos fundamental na abordagem de qualquer doença, enquanto agravo de saúde pública. Este conceito deve ser entendido como uma ferramenta, que nos capacita na tarefa de enfrentar a aids, em especial as situações de preconceito e discriminação a ela associadas, dentro de um quadro de ação integral. No sentido de melhor organizar o texto, começamos tratando do conceito de doença e da situação da aids. Feito isso, passamos a discutir os modos de relação que a sociedade construiu com a aids: grupo de risco, situação de risco e vulnerabilidade. Para encerrar, indicamos uma bibliografia, onde estão citadas as obras resenhadas, e algumas outras que nos parecem fundamentais para compreensão dos temas aqui abordados, e sugerimos sua leitura, uma vez que a resenha não substitui o contato com os textos originais.
SILVA, Luiz Heron da. (org.). A escola cidadã no contexto da globalização. Petrópolis, Vozes, 1998 452p.Aids e (é) falta de educação
Fernando Seffner
pp. 397-412Tenho a intenção, nesse artigo, de discutir algumas noções e conceitos, capacitando os professores que vão auxiliar na tarefa de enfrentar a aids, com todas as suas implicações, situações de preconceito e discriminação. Neste sentido, os conceitos devem ser entendidos como ferramentas. Este texto é uma pequena caixa de ferramentas. Ele não traz receitas prontas de intervenção, está mais preocupado em discutir conceitos e noções que não podem ser esquecidos num trabalho conseqüente acerca da aids na escola. Os temas que escolhi trabalhar são: doença, aids, morte e sexualidade. Cada um desses tópicos será objeto de uma sucinta abordagem. As vezes a relação com a escola e a adolescência é mais direta, outras nem tanto. De toda forma, vou alinhavando informações e conceitos, na tentativa de ampliar a compreensão desses temas e sua relação com o ambiente escolar, preocupado em qualificar a ação dos professores. Ao final, enumero algumas sugestões de trabalho e intervenção.
VIOLA, Solon Annes & RITTER, Paulo. (orgs.). Cidadania e Qualidade de Vida. Canoas, CELES, 1998 120p.Cidadania, doença e qualidade de vida: o caso da AIDS
Fernando Seffner
pp. 37-46O texto está estruturado de maneira a costurar, constantemente, a discussão mais geral sobre cidadania, qualidade de vida e doença, avançando elementos para compreensão dessas categorias e das relações que mantém entre si. Ao tratar do fenômeno da doença, destacamos alguns elementos da constituição histórica dessa idéia. Complementando esse movimento, buscamos situar a emergência e aspectos fundamentais da aids, que atingem a cidadania e a qualidade de vida nos dias de hoje. Questões como cidadania e qualidade de vida fazem parte da história da aids desde seu início. A infecção pelo HIV é decorrência de uma vulnerabilidade pessoal e social, em que entram fatores como acesso ao conhecimento e informação, grau de instrução formal, nível de renda, auto estima, valorização da própria vida, estrutura familiar, etnia, região de moradia, etc... A luta principal é pela construção de uma rede de solidariedade, uma resposta comunitária que viabilize um espaço de cidadania plena não só para os doentes de AIDS, mas também para aqueles que se sintam vulneráveis ou que tenham familiares em situação de doença.
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MACHADO, Maria Erotides Morem da Silva. Mulher e Aids. Canoas, Centro Universitário La Salle, 1997 (monografia de conclusão do curso de licenciatura em Estudos Sociais habilitação em História (mimeo) 78 p.
(disponível na Biblioteca do Centro Universitário La Salle, _422)
Mulher e Aids
( Documento no formato .doc ,MS Word 97Esse trabalho, apresentado como requisito final do curso de Graduação em Estudos Sociais do Centro Universitário La Salle, habilitação em História, trata das relações entre mulher e aids, fortemente presente em nosso tempo, sem nenhuma solução de imediato. O objetivo é abordar os aspectos sociais, econômicos e políticos do tema, fazendo um panorama da situação mundial e do Brasil, e dando ênfase ao Rio Grande do Sul. Pretendo mostrar como a mulher passou a ser infectada pelo HIV, a partir da noção de grupo de risco que, no início, era composto por homossexuais, usuários de drogas injetáveis, prostitutas e bissexuais masculinos. Sendo assim, a mulher percebia a AIDS como algo distante de sua vida. Com o passar do tempo, a partir dos costumes culturais da sociedade brasileira, as mulheres passaram a sofrer uma infecção passiva.
BERNARDI, Ben.; RIBEIRO, Eduardo Mendes.; IABEL, Elenara Cariboni; MEZZARI, Mary & PEREIRA, Robson de Freitas.(orgs.) Seminários Espetaculares. Porto Alegre CORAG,2002
Afinal, quando e como o sexo vira espetáculo?
Fernando Seffner pp.182 - 189
O artigo integra Publicação que procurou enfocar diversos temas sob a ótica do espetáculo, tomando como base a representação da sociedade como "sociedade do espetáculo". Discute-se o que é o espetáculo, as diversas formas de fazer com que algo "vire" um espetáculo, e mais diretamente procura-se perceber o que é o sexo e o que é o sexo enquanto espetáculo. Feito isso, levantam-se algumas questões sobre o sexo como espetáculo, ligadas aos regimes visuais, a diferença ocidente/oriente, a noção de risco e vulnerabilidade às doenças sexualmente transmissíveis, ao gozo e ao amor.
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